sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Graças ao Relacionamento

Graças ao relacionamento, eu confio em determinada loja ou produto. Graças ao relacionamento, eu acredito mais no que dizem meus amigos do que nas propagandas que alardeiam as vantagens de alguma coisa. Graças ao relacionamento, eu me sinto valorizada, ouvida, respeitada como pessoa, cidadã e consumidor. Por fim, graças à combinação desses elementos todos, eu me torno fiel a pessoas e marcas.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pensa que é fácil emplacar uma Campanha nas Mídias Sociais ?


Muitas Pessoas Empresas OU pensam Que É Fácil emplacar Uma mídias sociais em Campanha . Talvez Pensar Por Que basta mandar recados OS Contatos Para Todos no Orkut e Facebook OU Ficar Esperando o Lucro Certo . Uma das Dificuldades encontradas Por Que Para muitos dos sos Por enveredam Campos e uma mensuração das Campanhas . Aqui, eu enumero dez Pontos Que observados e servem devem servi Que Perfeitamente parágrafo avaliar se SUA Campanha em mídias sociais Será OU Bem sucedida não.


1. VOCÊ TEM Campanhas e Estratégias ?

Muita gente PoDE Dizer Que isso tangível É NEM, Mas VOCÊ Não chegará um Lugar softwares antigos Menos que um tenha Definido ALGUNS Processos Que podem Ser medidos . Muitas Pessoas pensam Que Uma Campanha online se retomar a la ir , Que Esperar UM PERFIL criar e Coisas como aconteçam . UM Ter Plano de Ação Bem estruturado e Um bom comeco e Mostra Que VOCÊ TEM o Entendimento básico FERRAMENTAS Dessas e de ALGUNS SEUS componentes. É importante lembrar que sos Planos estáticos Não São requerem constante e Avaliação para quê semper Sejam eficientes .

2. Ouvido Està Sendo ?

Nesta fase , Ser Ouvido Respostas Significa receber . Quaisquer Respostas . OU ALGUNS COMENTÁRIOS Olha você aparecendo devem Estar ( entenderam ?) . A Qualidade disso E Agora Não suma importância , ja Que VOCÊ ESTÁ tão vendo se o " Equipamento de Transmissão funcionando " ESTA.

3. Respostas Recebe ?

Já o que " Equipamento funciona " É hora de ver Mais um Fundo. ESTA É A Hora em Que o Teor das Respostas Importa , comentam como se leem tão Pessoas e não. Sua Mídia Não Será Muito social se Não É Capaz de obter o engajamento das Pessoas Como previu VOCÊ não Primeiro Passo .

4. Como Úteis Respostas São ?

UM Receber obrigado " e " excelente Artigo " Além de massagear o ego Que confirmam o Que VOCÊ ESTÁ transmitindo Está no Caminho Certo , mas e Melhor Que OS COMENTÁRIOS agreguem valor Algum Ao que ESTÁ publicado. A discussão é Uma das bases das mídias sociais EO Ajuda em um sabre qua Direção VOCÊ DEVE seguir. Como Servir UM termômetro Trabalho Seu par. Peça comentem Que, encorage Perguntas faca e uma discussão .

5. Os Olha você e / OU leitores tendem Aumentar um ?

VOCÊ DEVE Ganhar Mais em Seu Interesse nicho Através de direcionamento Eficiente . Se isso Não acontecendo esta, VOCÊ ESTÁ com uma mira descalibrada e Precisa de ajuste . Aliado a isso, tenha uma Consciência de Que VOCÊ Olha você Precisa de nicho em Seu E não aleatórias Pessoas .

6. Olha você SEUS espalham uma Palavra ?

Ter Olha você de nicho Não Significa Que VOCÊ POSSA Não atingir Outros Grupos . Voce PoDE Diferentemente Seu Conteúdo apresentar , em contexto Outro . HÁ milhares de Pessoas em Grupos Paralelos Interessantes Interessantes Seu AO. Voce PoDE simples atingi - los com algumas Mudanças de palavras -chave Que podem Resultar em hum grande Aumento de Audiência .

7. Estão os SE VOCÊ referindo um ?

Em qualquer Rede social , ha Pessoas com Quem Conversar Sobre Assunto qualquer . São conhecidos Como OS especialistas em Determinado círculo de amizades . VOCÊ DEVE SE Tornar Uma Referência não Adiar Assunto Que Você e saber Quantas Pessoas Como o tal Identificam . Pessoas como devem reconhecer te Como Uma fonte, Uma Referência , e esse mês NÚMERO DEVE Aumentar o tempo com. Esses VOCÊ ESTÁ monitorando COMENTÁRIOS ?

Oito . Que tipo de Negativos COMENTÁRIOS VOCÊ recebe ?

É Fato : VOCÊ receberá Negativos COMENTÁRIOS . O QUE É mensurável Como VOCÊ É isso categorização e classificação de De acordo com o USO Que VOCÊ fara em Empreitada SUA online . SE ESTÁ UM Sendo classificado spammer como, obviamente VOCÊ DEVE Repensar todo o Projeto OU eStara Fora do Negócio . Isso É um caso extremo . Outros COMENTÁRIOS Como Falta de Clareza , OU incompleta Mensagem Que Você e Alguém Que Simplesmente repete o Que Os outros podem ajudar Falam um traçar Novas Estratégias e melhorar uma forma Comunica Como VOCÊ . Negativos Comentarios podem Ser o Que VOCÊ Precisa melhorar para e não Chegar Ponto Certo . Ouvir tão Voce Precisa saber como CRÍTICAS E OS Aprender com Erros próprios . No meio de trolls Tantos , semper haverão com Pessoas CRÍTICAS construtivas n te ajudar .

9. A taxa de cliques ESTÁ aumentando ?

SE VOCÊ anuncios veicula , É essencial Que VOCÊ OS Monitore n sabre Como OS Visitantes eles atingem . QUANDO eles clicam nsa anuncios SEUS Estão os Demonstrando Interesse e podem fornecer Informação Importante Sobre O Que VOCÊ DEVE Ou não veicular . SEUS podem anuncios Até Não Pagar Muito sem Fim do Mês "," Mas São Uma Boa Fonte de Informação Para o Seu marketing .

10. Qual é a SUA Rede da Qualidade ?

Pessoas conectadas como um VOCÊ OU Que o ter Seguem devem , preferencialmente , perfil Este:

• Eles devem ter boa Uma Rede de Olha você ;
• Devem Ser Pessoas participativas bastante;
• Devem Ser de UM grupo relacionado Seu AO;
• Devem Ser comunicativos .

Fontes : Google Analystics : Webmasters , Topsy .

sexta-feira, 30 de julho de 2010

O caso do site grátis que deu certo

Recentemente li em um artigo postado no portal da ADNews, referente cada vez mais o amplo debate de pagamento de conteúdo jornalístico na internet, isso parece ter sempre as mesmas duas opções: cobrar os leitores pelo acesso e correr o risco de perdê-los ou não cobrar e correr o risco de ir à falência.

O jornal britânico Daily Mail, no entanto, parece ter conseguido driblar o problema. Com 1,9 milhão de cópias vendidas diariamente e 40 milhões de visitantes únicos por mês em seu site, o Mail é hoje um exemplo de sucesso no jornalismo do Reino Unido. Em 2009, os rivais Telegraph e Guardian ainda conseguiam, por vezes, competir de perto com o Mail. Mas agora, com crescimento de 72% ao ano, seu site atingiu um novo patamar.

Os críticos dizem que o jornal conseguiu aumentar o tráfego apelando para o sensacionalismo: com fotos e fofocas de celebridades. Mas talvez a acusação não seja inteiramente justa. O site do Mail consegue evitar a cobrança de conteúdo porque, na prática, não precisa dela. O tráfego traz publicidade cada vez mais rápida, e com isso o Mail online consegue se manter. Em breve, acredita seu editor-chefe, deverá atingir o tão almejado lucro. Simples – e talvez daí venham as críticas.

Sobre regras e nichos

Em artigo do Observer reproduzido no site do Guardian, Peter Preston [18/7/10] argumenta aos críticos que não existem regras que obrigam os jornais online a serem cópias exatas de seus irmãos impressos. Também não há regras dizendo que o sucesso financeiro de um jornal impresso é o mesmo quando ele é transferido para a tela do computador. O tablóide Sun, por exemplo, vai bem nas vendas de papel, mas, com 20 milhões de visitantes únicos por mês em seu site, acabou ultrapassado pelos rivais.

"O mercado online, assim como o mercado impresso, está começando a apresentar regras próprias", diz Preston. Assim como não acredita em cobrança online, o Mail também não acredita em redações misturadas: a equipe que faz o jornal é separada da equipe que faz o site. Neste caso, a política de não-integração funciona. Com 16 milhões de visitantes únicos no Reino Unido e 23,6 milhões no resto do mundo, o site construiu uma boa rede de leitores fiéis. "E quando estamos lidando com nichos e alvos – para leitores e para anunciantes – a cobrança online se torna apenas uma parte do debate, e não a solução final".

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Exemplos de ações de empresas em mídias sociais

Ações da Nokia, Dell e Coca-Cola em mídias sociais norteiam profissionais de marketing e comunicação ainda pouco experientes no relacionamento online.

O sucesso de uma empresa depende também do relacionamento que ela mantém com seus clientes. Além de vender, é preciso fidelizar. E com o advento das mídias sociais a Internet tornou-se um novo espaço de aproximação entre marcas e clientes.

Através de blogs e perfis em ambientes muito frequentados como no Orkut, Twitter, Facebook e YouTube, entre outros, é possível compartilhar conteúdos, novidades, opiniões e experiências.

A presença de uma empresa na Internet reforça e dissemina os valores da marca e facilita a participação do seu público alvo, abrindo espaço para a conservação e a comunicação dirigida.

Mas não basta estar, é preciso saber estar e interagir. Um estudo divulgado este ano pela Associação Comercial de São Paulo mostrou que apenas 17% das empresas paulistanas têm cadastros ativos em mídias sociais. (Veja mais em Pequenas empresas ainda longe das redes sociais).

Estes números comprovam que é fácil criar uma conta, o difícil é mantê-la atualizada.

Quem trabalha como analista de mídias sociais precisa conjugar diversos conhecimentos, como conhecer as potencialidades e limitações dos sites de redes sociais, saber qual o perfil e as expectativas dos seus clientes, entender o que eles buscam nestes espaços, definir objetivos de comunicação nesses canais, planejar ações, ficar atento às novidades e escolher a melhor forma de interagir com o público.

Não corra do seu cliente online
A presença de uma marca nestes espaços implica estar ativo e também receptivo. Dúvidas e reclamações sobre os serviços prestados pela empresa vão surgir e, neste tipo de situação, ficar calado pode gerar um sentimento de indignação no consumidor.

A empresa pode escolher em dar o retorno publicamente ou através de contato direto via e-mail ou telefone, mas o importante é não fugir do consumidor.

Cedo ou tarde ele vai voltar à rede social e agradecer a atenção ou elogiar o seu produto. Mas se você o ignorar ele vai espalhar a sua insatisfação e isso poderá impactar nas suas vendas, pois a troca de opiniões em redes sociais influencia fortemente na decisão de compra do cliente.

Com a facilidade de acesso à Internet cada vez mais as pessoas pesquisam um produto ou serviço antes de ir até a loja para adquiri-lo. Acessam blogs, sites e, claro, as redes sociais para ver quais são as vantagens e desvantagens do produto.

Siga o exemplo das grandes marcas
Se a marca não é muito conhecida pode-se criar promoções e concursos para ganhar amigos/seguidores e ir investindo em conteúdo interessante sobre o seu segmento de mercado.

Se a marca é conhecida, certamente seus fãs já criaram uma comunidade no Orkut para expressar seu amor. A Coca Cola possui uma comunidade chamada “Eu Amo Coca-Cola” que possui mais de 300 mil membros.

Nesses casos uma boa saída é se relacionar com o administrador da comunidade e interagir com os participantes.

Uma ação feita pela Nokia, chamada de Nokia Guru, reúne os fãs de seus aparelhos para ajudar a empresa a responder dúvidas de usuários que se relacionam com a marca das mídias sociais.

A recompensa pelo esforço vem através de prêmios que são dados todos os meses ao participante de cada categoria que fizer o maior número de pontos. Ideais como essas não aumentam apenas o capital social da marca na Internet, mas também se reverte em satisfação dos clientes e no aumento das vendas.

O perfil da Dell no Twitter é outro exemplo de empresa que exemplo sabe fidelizar seus clientes através do contato direto com seus mais de 23 mil seguidores.

A Camiseteria, empresa que vende camisetas com estampas exclusivas feitas por designers de todo o Brasil, criou um perfil no Twitter chamado SAC Camiseteria apenas para responder as dúvidas dos seus clientes.

A confiança com o cliente é construída através de respostas rápidas e do acompanhamento diário feito por um especialista no assunto. O grande erro de muitas empresas é pensar que qualquer pessoa sabe usar as redes sociais para promover uma marca.

Estar atento as novidades do mercado e contratar especialistas no assunto vai ajudar a sua empresa a se posicionar corretamente nas mídias sociais e conquistar e manter o prestígio junto aos seus consumidores
Fontes: www.uol.com.br
www.webinsider.com.br

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Mídia social: esqueça a mídia, pense no social

por Sandra Sanches

Você já parou para pensar que mídia social, na verdade, nada mais é do que a transposição para o imenso universo virtual de algo que é precioso desde sempre na vida real: relacionamento? Pode ser uma maneira simplista de encarar as inúmeras possibilidades de conexão e alcance da sua mensagem na internet, mas no fundo é muito parecido. O que muda é a escala, agora muitíssimo maior.

Graças ao relacionamento, você confia em determinada loja ou produto. Graças ao relacionamento, você acredita mais no que dizem seus amigos do que nas propagandas que alardeiam as vantagens de alguma coisa. Graças ao relacionamento, você se sente valorizado, ouvido, respeitado como consumidor. Por fim, graças à combinação desses elementos todos, você vai se tornar fiel a uma marca.

Veja o exemplo de uma pequena loja de eletrodomésticos em São Martinho, município de colonização alemã com pouco mais de 3 mil habitantes, no sul de Santa Catarina. Ali, há uma técnica precisa de vendas, baseada na confiança que os clientes têm na mensagem que está na faixa: “A casa é modesta, o produto é bom e o preço também!”

O dono da loja sabe que, se a mensagem for falsa, clientes frustrados vão espalhar seu descontentamento com a velocidade da luz. Ele optou, então, por uma mensagem simples, direta e honesta — não está dizendo que seu preço é o mais baixo da cidade, nem que seus produtos são exclusivos, nada disso. Está respeitando o cliente. Que percebe isso.

Transportar para o mundo online essa qualidade de relacionamento até então só possível na convivência física é o grande desafio das empresas. Manter-se alinhado entre suas promessas feitas na web e o que o consumidor efetivamente encontra quando vai comprar seus produtos, eis o segredo.

Os 10 sites mais acessados na internet

Acordar, tomar café da manhã, ler as últimas notícias, ir ao trabalho, almoçar, voltar para casa, jantar e dormir. Quantas vezes, nesse ínterim, você checou seus e-mails? Ou deu uma olhada no Google, Orkut, Twitter e Facebook? De toda a imensidão de informações e dados disponíveis na internet, alguns sites se destacam pelo maior fluxo de internautas de várias partes do mundo. Por onde você navega? Confira se anda clicando nos dez sites mais acessados da internet. 10. Mozilla


“Nós acreditamos que a internet deveria ser pública, aberta e acessível”. É assim que a Fundação Mozilla se direciona para os seus 140 milhões de visitantes únicos, que procuram no site informações e/ou downloads para os projetos e softwares livres e multiplataformas, como o navegador Mozilla Firefox, principal concorrente do Internet Explorer. Com esse grande número de colaboradores e usuários, o site Mozilla.org conquista seu espaço entre os 10 mais acessados da internet.

9. QQ

Você não acessa o QQ.com?! Nunca ouviu falar do Tencent QQ?! Enquanto eu e você acessamos milhares de outros sites, na ignorância sobre o 9º lugar nessa lista, 170 milhões de pessoas – provavelmente 99,9% chineses e 0,01% pessoas de outro lugar do mundo que digitaram o endereço de algum site errado – acessam o QQ.com para atualizar suas versões do programa de mensagem instantânea gratuito mais popular da China. O Tencent QQ foi criado e nomeado como versão ao ICQ ( que para quem não se lembra ou só nasceu nos anos 90, já foi tão popular quanto o MSN Messenger).

8. Baidu

Não é fácil competir com a força de 1,4 bilhões de chineses e, assim, eles reaparecem nessa lista. O Baidu é o Google chinês, o terceiro maior buscador do mundo e o mais popular na terra do Hu Jintao. Por falar no presidente, o Baidu respeita as regras da política de censura do país — assim como o Google fazia até pouco tempo. Como recompensa, ele tem livre acesso aos seus 230 milhões de visitantes únicos.

7. Blogspot

O Blogspot/ Blogger foi o grande responsável pela popularização do formato do blog. Criado em 1999, a ferramenta foi uma das primeiras criadas para facilitar a vida de quem queria ter uma página pessoal mas não entendia de código html e, desde 2003, pertence ao Google. São pouco mais de 230 milhões de visitantes únicos que garantem a colocação do Blogspot nessa lista.

6. Microsoft
O site da multinacional de tecnologia, criada pelo Bill Gates em 1995, não poderia deixar de figurar por aqui. O Microsoft.com bateu também a marca dos pouco mais de 230 milhões de visitantes únicos, com o oferecimento de serviços como o download do navegador Internet Explorer. No ranking de buscas do site, constam “Windows 7″, “pacote de serviços do Windows” e templates do Microsoft Office.

5. MSN
Mais uma vez, Microsoft. O MSN (Microsoft Service Network) é o braço da multinacional, relacionado aos serviços de internet como mensagem instantânea e e-mail, reúne 280 milhões de visitantes únicos. Quem nunca teve um endereço de e-mail hotmail ou o MSN messenger, não é mesmo?

4. Wikipedia


A Wikipedia revolucionou a ideia de enciclopédia (quem ainda se lembra das pesquisas escolares na Enciclopédia Barsa?) e também o que se entendia sobre compartilhamento do conhecimento. Gratuita, online, de conteúdo livre, é feita pelos próprios usuários, que criam e editam os textos. São os 310 milhões de visitantes únicos que tornam a organização um dos sites mais acessados do mundo.

3. Live

O Windows Live, também da Microsoft, reúne serviços, ferramenta de busca e software: e-mail, messenger, calendário, contatos etc. O grupo de funções leva ao portal Live.com 370 milhões de visitantes únicos e, por isso, garante o pódio dessa lista.

2. Yahoo!

Muita gente não se lembra, mas existia uma internet antes do Google. Nesse mundo pré-Google, vários buscadores disputavam a atenção do internauta, como o Cadê? (no Brasil) e o Yahoo! (no mundo). Aí chegou o Google e provocou uma reviravolta. O buscador brasileiro foi comprado, inclusive, pelo Yahoo!, que se tornou uma grande empresa de serviços para a internet e ainda rivaliza com o Google em alguns segmentos. O portal Yahoo! com seus serviços de e-mail, messenger, fórum etc, tem 490 milhões de visitantes únicos e é a medalha de prata da lista.

1. Facebook

No Brasil, o Orkut ainda é a principal rede social na internet, mas o número de usuários de Facebook tem crescido espantosamente. A rede social mais popular do mundo tem mudado a forma como as pessoas se relacionam na internet e incorporado na sua página serviços que as pessoas antes utilizavam separadamente, como e-mail, messenger, álbum de fotos, jogos etc. Dessa forma, não é nada surpreendente o Facebook garantir o topo da lista, com 540 millhões de visitantes únicos.

Fonte: Google Ad Planner

OBS: Os dados não incluem o Google e suas páginas, já que foi a própria empresa que elaborou o estudo

domingo, 4 de abril de 2010

Para mim, muito mais que uma tarde nublada...

Que Domingo com cara de Domingo...rsss. Hoje é Páscoa e minha familia está aqui toda reunida comigo, inclusive o cachorro da minha mãe que resolveu fazer 2 litros de xixi no corredor da minha casa, mas tudo bem, afinal de contas ele é irracional. Na Páscoa eu costumo ficar mais sensível e refletir sobre a minha existência e oque devo fazer para me tornar um ser humano melhor.
Na última 5ª feira foi o encerramento do curso na ESPM com o Gil Giardeli, o curso, o professor Gil e os alunos foram fatores determinantes para a atitude que tomei em minha vida de ser empreendedora.
O Gil é um agente de mudanças que crer no bem e consegue multiplicar a sabedoria com todos ao redor dele, mas não pense você que ele é o protagonista da história, ao contrário de muitos, ele humildemente foi capaz de tornar seus alunos em Comunicólogos, Agentes sociais, Empreendedores de si mesmo e acima de tudo Inovadores.
Para quem quiser "se inovar" lá vai um texto interessante do blog dele:

http://www.gilgiardelli.com.br/blog/2010/02/28/o-objetivo-de-uma-economia-nao-e-o-ganho-mas-sim-o-bem-estar-de-toda-a-populacao/

sexta-feira, 26 de março de 2010

Charlene Li 3 - Crie elo com o público

Cobertura especial - Seminário HSM Charlene Li
Crie elos com o público-alvo nas redes



Charlene Li, especialista em mídias sociais, fala sobre a Sociografia como uma maneira de rastrear o público nas redes para desenhar estratégias de marketing

Rastrear, encontrar e conversar. Esses são os três passos que Charlene Li, presente no Seminário de Estratégias de Redes Sociais da HSM, realizado no dia 25 de março, chama de Sociografia. Para a especialista em mídias sociais, a sociografia faz perguntas fundamentais como: Onde estão seus clientes online? Quais são os comportamentos sociais online de seus clientes? Em quais pessoas ou informações sociais seus clientes confiam? Qual é a influência social de seus clientes? Quem confia neles? Como seus clientes usam as tecnologias sociais no contexto dos produtos da sua empresa?

Com todas as respostas em mãos, a empresa já pode direcionar seus esforços de marketing e criar elos com os clientes. “Se analisarmos as conversas que acontecem hoje nas redes, cerca de 40% delas incluem algum tipo de marca ou serviço. É preciso mapear essas conversas e se for preciso interagir e saber ainda o que o seu concorrente está fazendo nestas mídias. Você pode até não entrar nas redes, mas estará perdendo a oportunidade de estabelecer relacionamentos novos. Se você vai entrar no mercado novo, porque não usar todos os recursos disponíveis?”, questiona Charlene.

Mas entrar nas redes não é o suficiente. É preciso entender o que está acontecendo em tempo real e estar pronto para interagir também em tempo real com as pessoas. Dar uma resposta em 24 horas já não é mais aceitável. “Para as empresas, ainda é difícil estabelecer o relacionamento na rede, por isso ressalto a importância de ouvir, aprender com os clientes, mudando a forma de enxergar e estabelecer sempre o diálogo,” pontua Charlene.

Empresas como Starbucks Coffee, Dell, Lego, Procter & Gamble e Kohl’s, têm conseguido conversar com clientes de maneira autêntica, dando consistência nestes relacionamentos. Por meio de comunidades ou de seus sites, essas empresas criaram diferentes formas de envolver os clientes em sua linha de produção, melhoria dos produtos, criação e desenvolvimento etc. “A plataforma mudou, mas as razões para a comunicação não. Tenha sempre a transparência nestas relações e responda prontamente a sugestões e críticas. Aliás, as críticas são excelentes termômetros para os processos de melhoria. Basta enxergar os problemas como fonte de inovação’, conclui Charlene.

Katia Cecotosti, editora do HSM Online

HSM Online
26/03/2010

Charlene Li 2 - O que é realmente importante nas redes?

Cobertura Especial - Seminário HSM Charlene Li
O que realmente é importante nas redes?

Charlene Li, especialista em mídias sociais, fala da importância do diálogo e de respostas a clientes como os maiores diferenciais nas redes
“O que importa não é a tecnologia, mas as relações que você forma nas redes”. Charlene Li, uma das maiores especialistas em mídias sociais começou a sua apresentação em São Paulo com esta reflexão. Pela primeira vez no Brasil, a especialista abordou durante o Seminário sobre Estratégia em Redes Sociais, organizado pela HSM, no dia 25 de março, o conceito de como criar um maior engajamento das pessoas/clientes na rede.

Para Charlene, o que vale em todo este novo contexto das mídias sociais é apertar a mão do cliente. “As mídias sociais permite que você forme relacionamentos novos e de novas maneiras. A forma de falar com o cliente mudou. Levar apenas uma mensagem para o cliente não é mais a fórmula que funciona em marketing. É só pensarmos em quantos clientes preferem conversar, especialmente com os negócios e marcas que passaram a amar”, explica.

As redes sociais tornaram as conversas mais humanas entre empresa e cliente, diminuindo o tom corporativo. Ao invés de conversar com um press release, já é possível falar diretamente com o diretor de um produto. Charlene ressalta que fazer campanhas e se basear apenas nas métricas como resultado já é um modelo também em desuso. “O novo jeito de se fazer marketing é ter um relacionamento contínuo e ver como ele se desenvolve. Neste caminho é possível enxergar a via por onde se passa, planejar para onde quer ir e se desenvolver para isso”, enfatiza.

Então, como fazer para entender todo esse universo e saber para onde caminhar? Charlene dá a dica: foque na sua estratégia. “Tenha um objetivo em mente e entenda os gráficos sociais. É imprescindível saber o que as pessoas fazem, pensam e o que elas esperam. Isso é entender o que as tecnologias sociais podem fazer a nosso favor. Aproveitar este diálogo e dar todo o apoio necessário transformando este relacionamento em inovação é a maneira mais inteligente de utilizar as redes”, comenta Charlene.

Além de um objetivo claro, as empresas devem ainda pensar no que realmente querem fazer e depois examinar as mídias sociais para aplicar em seus negócios. “A estratégia não é uma linha reta, ela vai tomar muitos caminhos. É como um casamento. Você não inicia um relacionamento pensando em casar. A relação vai se construindo aos poucos. Nas redes sociais a lógica ainda é a mesma. Portanto, encontre onde seus clientes estão, mapeie a sua vida social e entenda como ele pode compartilhar seu conteúdo. Depois disso, crie mecanismos de interação, seja por meio de comentários ou outra forma. O importante é criar a via de mão dupla e fazer das redes um resultado para a empresa, conclui.



Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online
25/03/2010

Chalene Li no Brasil - 5 etapas para ...

Cobertura especial - Seminário HSM Charlene Li
Aprenda a engajar na sua rede social

Veja as cinco etapas para atrair, envolver e conquistar pessoas em comunidades virtuais
Aprender a engajar as pessoas nas mídias sociais pode, além de gerar um maior relacionamento com os clientes, aumentar ainda o faturamento das empresas. Para Charlene Li, uma das maiores especialistas em mídias sociais, o engajamento social e o aumento do faturamento podem estar ligados diretamente, pelo menos foi o que mostrou uma pesquisa realizada pela Altimeter Group. “O estudo EngagementDB.com analisou as 100 maiores marcas do mundo e apontou que as três primeiras colocadas (eBay, Dell e Starbucks) cresceram 18% no último ano. A conclusão é de que tem algo em relação as marcas que estão prontas para interagir que permite este sucesso financeiro”, afirma Charlene, que participou no dia 25 de março, do Seminário sobre Estratégias de Redes Sociais da HSM.

Charlene se baseia no conceito de Pirâmide de Engajamento, onde cinco passos precisam ser entendidos e identificados para trazer as pessoas para dentro da empresa. O primeiro é o que ela chama de Watching, onde existem pessoas apenas observando. Existe uma parcela das pessoas que se envolve apenas pela observação. Entram nas mídias, assistem vídeos, lêem blogs, mas não chegam a postar ou contribuir com conteúdo.

Para engajar esses observadores, a empresa deve buscar informações sobre o cliente e criar ferramentas para gerar mais participação. “Quando você quer envolver as pessoas é necessário entender qual conteúdo elas estão consumindo, o que estão lendo, o que querem saber, se o conteúdo chega a elas ou não e qual o tipo de pessoa atrai o conteúdo. Para isso, a empresa pode criar espaços e canais para gerar mais comentários e participação do público, seja pelo site institucional ou por outra plataforma de rede social”, exemplifica.

Um segundo andar da pirâmide, é o Sharing, ou a forma que as pessoas compartilham as informações. “Porque as pessoas compartilham? A resposta é simples: porque elas se sentem bem por terem ajudado alguém e há muitas maneiras de estimular esse compartilhamento. Você pode pedir opiniões e incluir comentários nos produtos, por exemplo. Muitas empresas têm aberto espaços nos sites para receber sugestão sobre seus produtos e inovar a partir daí”, explica Charlene.

Numa terceira etapa está o Commenting, onde se dará a forma de engajar os comentários. Veja como está seu site hoje, se existe espaço nele para comentários e interação. Se a ferramenta é uma via de mão-dupla e se ajudará esta comunidade a se desenvolver. Numa quarta fase, a da Producing, está a Produção, onde surge a necessidade de identificar e interagir com o público. Empresas como Walmart conseguiram, por exemplo, desenvolver um blog escrito por mães e não por eles. Por meio dos posts, a empresa consegue ouvir o que as consumidoras têm a dizer e desenvolver melhorias”, salienta a especialista em mídias sociais.

E finalmente, a última etapa é a Curating, ou Curadoria, onde a moderação atinge um ponto estratégico. No meio dos membros da comunidade é importante eleger algumas pessoas que atuarão como embaixadoras, com o papel de entender as necessidades, identificá-las e levá-las de volta a empresa. “A empresa precisa tratar essa pessoa como um conselheiro confiável e lembrar-se de reconhecê-la no momento certo. Na minha visão, o Brasil tem compartilhado bem suas informações. Acredito que os clientes já estão prontos para as mídias sociais. Resta conseguir esta interação e achar o tom adequado para lidar com esta comunidade”, finaliza.

Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online

HSM Online
25/03/2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

Indústria Farmacêutica 2.0: O potencial da interactividade

À medida que a Web evolui, as suas potencialidades aumentam. Já não se resume à procura e à compilação de informação ou mesmo às conversas. Actualmente, existem comunidades na Internet, redes sociais paralelas à realidade que, por vezes, se confundem ou mesmo se misturam… Chegou a Era da Web 2.0.
Hoje em dia, quem não interage com os amigos através do Facebook ou do Hi5? Quem não procura trabalho ou se mantém receptivo a novas propostas de emprego através do LinkedIn? Quem não expressa as suas opiniões nos blogues?
«O conceito de rede social ou media social é muito recente», diz o responsável pelo departamento de multimédia e tecnologia da agência Maria Design. Trata-se «de grupos de indivíduos com interesses, valores e objectivos comuns que partilham informações». Para Afonso Silva, a palavra-chave é “interacção”, pois «as pessoas podem partilhar informação e “encontrar-se”, independentemente do tempo ou do espaço».
As redes sociais são «um canal de comunicação revolucionário, porque passou a ser possível comunicar com consumidores espalhados por todo o mundo -nalguns casos, quase em tempo real -, de uma forma global e, ao mesmo tempo, personalizada, o que nos permite passar mensagens genéricas e criar relações individuais», explica Pedro Vieira, digital marketing manager, na Djomba.
Ao longo dos anos, as redes sociais têm-se multiplicado. «O Orkut é um dos media sociais mais importantes, assim como o My Space, o Twitter, o Flickr, o Facebook ou o LinkedIn», salienta Afonso Silva, alertando que, no entanto, «as empresas costumam esquecer-se que o media social mais importante e que serve de principal intermediários com os restantes é o blogue». Através deste, uma marca «pode dar a conhecer mais informação sobre o produto, de forma informal, e, portanto, mais credibilizada pelos consumidores, pode ligar as actualizações do blogue ao Twitter ou ao Facebook automaticamente (deste modo, não são os consumidores que procuram a informação; esta vai ao encontro deles)», acrescenta o profissional da Maria Design.
Potencialidades das redes
Para Pedro Vieira, a partir do momento em que utilizam as redes sociais, «deixamos de ter como objecto de comunicação uma massa anónima, teoricamente congruente, estratificada com determinadas características que consideramos representativas dos nossos actuais ou potenciais clientes, e passamos a falar directamente com pessoas».
As fórmulas usadas para promover/lançar produtos na Televisão, Rádio e Imprensa não se aplicam às redes, uma vez que «aqui as pessoas desempenham papeis activos, quase imediatos, no reforço positivo ou negativo da mensagem difundida», sublinha o digital marketing manager, por isso alerta que «as implicações deste tipo de tecnologia no planeamento de acções ou campanhas de marketing são dramáticas».
Se por um lado, «passou a ser extremamente fácil deitar por terra planos de marketing que custaram dezenas de horas e dores de cabeça a serem elaborados (e aprovados), por outro, temos uma resposta imediata do sucesso (ou não) de uma campanha e podemos agir em tempo real para tentar inverter resultados negativos ou reforçar efeitos positivos inesperados de uma campanha de sucesso». Isto porque «os comentários dos consumidores ajudam-nos a identificar e corrigir erros e a adaptar-nos a às suas necessidades reais. Deixámos de ter peças fechadas (anúncio de Televisão), passámos a ter uma base de trabalho colaborativa entre a marca e os consumidores (construção progressiva de uma relação de confiança)», conclui Pedro Vieira.
IF e as redes sociais

Na Indústria Farmacêutica (IF), segundo Afonso Silva, «os laboratórios que se aperceberam das potencialidades que as redes sociais e o marketing viral encerram já apostaram fortemente nestes meios», sendo que os mais comuns são «os blogs, os micro-sites, os e-mails e o Youtube – muito usado para transmitir testemunhos de doentes, documentários sobre doenças ou opiniões de profissionais de saúde».
Lançada em Maio de 2009, «a Web TV Sanofi-Aventis dá vida à comunicação na IF e “abre uma janela para a vida da nossa empresa”», garante a responsável pela comunicação interna e institucional da companhia. Actualmente, «os seus conteúdos já podem ser partilhados de um modo extremamente fácil nas redes sociais, como o Facebook e outras similares. Para além disso, os nossos vídeos podem ser votados e existe um formulário para enviar comentários», menciona Luísa Silva, acrescentando que «acreditamos que brevemente possa haver mais novidades na área da comunicação da empresa».

A TV Sanofi-Aventis é, no fundo, «uma fonte interactiva de informação, actualizada regularmente, que surgiu de uma vontade global de aumentar a transparência e de dar a conhecer a nossa estratégia, criando um novo canal de diálogo, de livre acesso, entre a companhia e os seus diversos públicos».

Ao alcance de quase toda a população com acesso à Internet, Luísa Silva afiança que uma das mais-valias da Web TV reside no «poder das histórias reais, vividas por pessoas reais no seu dia-a-dia na IF», pois neste media são abordados assuntos «tão diversos como a esperança da descoberta de um novo medicamento ou de uma nova cura para uma doença, a nossa solidariedade em vários países e regiões de África à Ásia (Vietname), histórias de pessoas com qualquer tipo de incapacidade (por exemplo, surdez) que actualmente são colaboradores bem integrados na nossa estrutura ou como o Tai Chi mudou a vida de Laurence, etc...»
Este tipo de comunicação, «que conta histórias com paixão e emoção, onde constam palavras como “respeito”, “dignidade”, “ética”, “responsabilidade”, “equilíbrio”, “bem-estar”, pode ser um verdadeiro desafio num meio onde existe uma grande regulamentação. Acreditamos que este é um canal que pode criar laços de confiança com os nossos doentes e com todo o nosso público», salienta a responsável.

A TV Sanofi-Aventis acaba por se tornar num elo de ligação entre a empresa e «os media/jornalistas, profissionais da saúde, doentes, público em geral e, obviamente, os nossos colaboradores em todo o mundo».
De acordo com a responsável, esta “ferramenta” tem tido uma excelente aceitação por parte dos diversos públicos. De tal modo, que em Espanha foi galardoada com o melhor CSR Web na categoria Farmacêutica, na segunda edição dos prémios “Favoritos na Net”, atribuídos por dois meios de comunicação especializados, o “Diario Médico” e o “Correo Farmacêutico”. Já ao nível interno, «os colaboradores estão entusiasmados por poderem dar a conhecer o seu trabalho e pela valorização e reconhecimento inerentes».
A vantagem do Twitter
Mas, para Afonso Silva, «surgem agora também as apostas no Hi5, no Facebook ou no Twitter», sendo este último um meio claramente paradigmático no que toca ao modo de funcionamento e disseminação de uma mensagem por um laboratório farmacêutico. O responsável pelo departamento de multimédia e tecnologia explana: «imagine-se que vai ser lançado um medicamento – neste caso, não sujeito a receita médica – para tratar uma patologia à qual não é geralmente dada muita importância. Numa primeira fase, o laboratório pode criar um site sobre a doença, para criar awareness, e divulgá-lo junto de todos os blogues, comunidades virtuais, fóruns e sites que abordam essa patologia. Por sua vez, esses media encarregar-se-ão de disseminar a mensagem original pelos seus contactos. Numa segunda fase, o próprio laboratório poderá criar o seu próprio blogue e listar-se no Twitter, seguir um sem-número de pessoas, no Facebook e em comunidades virtuais de doentes ou pessoas interessadas na patologia. Todas as actualizações feitas no blogue são automaticamente feitas nas outras redes sociais. Como não é o próprio laboratório que se lista nas redes sociais, mas o “nome” do site ou do projecto, a informação não aparece associada a publicidade e, nesse sentido, as pessoas vão tratá-la como informação credível e partilhá-la, por sua vez, com os seus contactos».
É, no fundo, um canal de media «sem custos, que não é associado ao anunciante, logo exponencia a credibilidade da mensagem», conclui Afonso Silva.
Quem já aderiu ao Twitter foi o Alto-Comissariado da Saúde (ACS). Isa Alves, assessora de comunicação, refere que o objectivo é «diversificarmos a nossa comunicação e os públicos-alvo a quem nos dirigimos». Como vantagem adianta o «facto de os utilizadores não terem de abrir o site do ACS para terem acesso à informação que consideramos pertinente. A informação vai ter com eles, directamente ao seu perfil. Caso se interessem pelas matérias divulgadas e queiram uma informação mais pormenorizada, acabarão por aceder ao site».
O feedback tem «sido muito positivo». Para a assessora, «cada vez mais instituições públicas estão a reconhecer as potencialidades das novas formas de comunicação e isso é óptimo, porque as instituições têm que se adaptar às novas realidades se querem manter uma comunicação eficaz com os seus públicos».
A desvantagem mais vezes associada «pelos “velhos do Restelo” a esta forma de marketing é a sua imprevisibilidade», alerta Afonso Silva. Não obstante, apesar do canal de comunicação não ser controlável, «existem formas cada vez mais eficazes de gerir o risco – mínimo, quando comparado com o investimento de uma campanha publicitária tradicional».
Marketing viral

As redes sociais são um excelente canal para realização de campanhas de marketing viral. «A facilidade de propagação exponencial de uma mensagem é muito elevada neste meio, já que a sua mecânica base de funcionamento consiste na partilha de informação e conteúdos entre os membros», aponta Pedro Vieira, explicando que «qualquer utilizador consegue facilmente partilhar conteúdos (por exemplo, fotografia, vídeo, link) com o seu grupo de amigos e conhecidos. Esses conteúdos podem fazer parte de uma campanha de marketing social construída por uma marca especificamente para redes sociais, como acções específicas ou como suporte de campanhas em realização nos canais tradicionais».
Afinal, é completamente diferente receber informação enviada por uma marca (entidade com objectivos comerciais definidos) ou por recomendação de um amigo. «Neste último caso, existe, potencialmente, uma maior abertura para a recepção da mensagem e exploração dos conteúdos propostos – já que existe uma relação pessoal concreta, implicada no processo de partilha. É a mesma coisa que receber um folheto promocional de um desconhecido ou encontrar um amigo e começar a conversar sobre uma promoção que lhe chamou a atenção», refere digital marketing manager da Djomba.
Mas se com os canais tradicionais se consegue atingir um público mais alargado e diversificado, especialmente em termos de faixas etárias mais idosas, esta é, de acordo com Pedro Vieira, «uma tendência que se tende a esbater rapidamente – a taxa de penetração de telemóveis, computadores e Internet na sociedade portuguesa é cada vez maior. É apenas uma questão de tempo, até as audiências da Internet ultrapassarem as dos meios tradicionais».
Por outro lado, este responsável destaca que «um efeito interessante é verificar que campanhas iniciadas em redes sociais, por vezes, começam a ser difundidas fora delas – o mesmo utilizador que tem uma conta no Facebook, também tem um blogue, e pode comentar ou promover um produto ou marca que captou a sua atenção, fora do canal inicial de difusão da mensagem». E este efeito não se restringe sequer à Internet, visto que «num jantar de família, o mesmo utilizador pode comentar com a esposa que achou interessante determinada campanha, ideia ou produto», ou seja, «passamos assim do meio digital para o mundo real, mas mantemos o motor básico de propagação da mensagem – a existência de uma relação pessoal; seja ela entre a marca e o consumidor, ou entre o consumidor e um elemento da sua família».
Na opinião de Afonso Silva, o marketing viral é uma ferramenta «ainda subestimada pela Indústria Farmacêutica, mas cujo potencial é enorme, com impactos já comprovados internacionalmente e mesmo em Portugal, noutros sectores». Isto porque as suas principais vantagens são «o seu efeito rápido e massivo», daí que, se bem utilizado, «propaga-se como uma epidemia ou um vírus pelos públicos-alvo que pretende atingir».
Tal como Pedro Vieira, realça a importância da informação partir de um amigo ou familiar e não da empresa detentora do produto. «Faz toda a diferença quando um familiar, um amigo ou alguém com credibilidade nos recomenda um produto ou uma marca. Este “boca-a-boca” (ou word-of-mouth) é, na essência, marketing viral». E apesar de existir desde sempre, as suas potencialidades «foram ampliadas com o aparecimento da Internet, em duas fases temporais específicas: na primeira, através de sites, nos quais era possível recomendar o link a um amigo, votar em determinado produto e ler as recomendações de outros consumidores, aceder a serviços gratuitos (newsletters, promoções, etc...) mediante o registo de dados pessoais, participar em jogos e concursos, entre outras funcionalidades; na segunda fase, as redes sociais potenciaram a disseminação das mensagens e as ferramentas já existentes do marketing viral: blogues, Youtube, Linkedin, Facebook, Twitter, Myspace, Orkut, Flickr, etc…».
Contratar através das redes
Porém, o potencial das redes sociais não se circunscreve apenas às questões relacionadas com os produtos ou imagem de uma empresa. Hoje em dia, contratar colaboradores pode estar à distância de um “clique”.
«As redes sociais já adquiriram uma importância tal, que os próprios laboratórios contratam ou procuram directamente profissionais registados nesses media sociais», diz Afonso Silva, que, a título de exemplo, menciona o LinkedIn, «a maior comunidade virtual de profissionais, na qual cada inscrito pode colocar não só o seu curriculum vitae, mas também partilhar discussões, publicar artigos e moderar comentários; desta forma, o contratador tem uma ideia muito mais objectiva das competências desses profissionais. Muitos deles têm também o seu blogue, no qual partilham conhecimentos profissionais ou pessoais, dando uma perspectiva global do que é capaz de fazer. O mesmo se passa com o HI5». Na sua opinião, tudo isto diz muito mais do que um mero curriculum vitae, «porque é actualizado diariamente e é interactivo».
Também para Pedro Vieira, «a identificação de potenciais colaboradores para uma empresa pode ser bastante facilitada com o recurso a redes sociais profissionais, «tais como o LinkedIn, Plaxo, Xing e a rede portuguesa The Star Tracker».
A diferença entre sites e portais de emprego e as redes sociais é que, de acordo com o digital marketing manager da Djomba, nestas, para além da informação sobre a experiência profissional e competências do candidato, «conseguimos obter um conjunto de informação muito rica (e concreta) sobre a cultura, os interesses e as relações profissionais do candidato, sem necessidade de nenhum contacto directo com o mesmo». Esta situação permite «diminuir custos operacionais (como horas de entrevistas pessoais) e aumentar a qualidade dos candidatos seleccionados para participarem no processo de recrutamento e selecção», conclui Pedro Vieira.
Redes sociais e MSRM
Um estudo realizado nos Estados Unidos da América (EUA), citado por Afonso Silva, sobre a eficácia das redes sociais no lançamento de um novo medicamento sujeito a receita médica (MSRM), isto é, cuja campanha só se dirigia aos médicos – tradicionalmente, o marketing é one-to-one, através da visita do delegado de informação médica – concluiu que, «mesmo neste contexto de marketing, já por si customizado, o contágio social é importante para fomentar a adopção de novos produtos pelos médicos, e esta importância aumenta com o tempo».
Segundo este responsável da Maria Design, dois meses após o lançamento do novo medicamento, o contágio social entre médicos representava, em média, 45% de probabilidade da adopção do novo medicamento, e quatro meses depois já representava 54% da probabilidade. Ao 17.º mês, representava 90%. «Quer isto dizer que os adoptantes iniciais do novo medicamento se tornaram influenciadores dos consumidores, promovendo, eles próprios, o produto. A chave, neste caso, de uma estratégia de marketing viral é escolher esse painel de adoptantes iniciais. Os KOL (Key Opinion Leaders) são elementos-chave muito familiares da Indústria Farmacêutica. Nas redes sociais, as informações dadas por estes KOL propagam-se muito rapidamente, devido à sua credibilidade e influência».
Artigo publicado na revista MF46, Setembro/Outubro 2009

quinta-feira, 11 de março de 2010

Ainda comemorando a Semana do Dia Internacional da Mulher

Eu quero sempre ser o tipo de mulher que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o diabo fala "Oh droga, ela acordou! "
A vida é muito curta para acordar com arrependimentos.
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Beije devagar.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
Eu sou tão forte quanto o chocolate que como,
o shampoo que uso e as amigas que tenho.
É muito bom ser mulher!

O que eu espero do Mundo Digital

O que eu mais ouço ultimamente são as palavras mashup, twitter, facebook, wave, se propaganda com intensa velocidade.
Sem falar na loucura que foi :
A Susan Boyle no youtube
O Obama nas redes sociais
Criação de novos browsers
O crescimento no Twitter e do Facebobook no Brasil
A preocupação com o meio ambiente
Enquetes, Fóruns e Posts agregados ao Marketing

Eu espero que o uso das redes sociais seja maduro e consciente. Eu noto que estamos na Era do Conhecimento e da Reputação Digital de cada um de nós e das empresas, também percebo o melhor aproveitamento do tempo e acredito que essa mudança de comportamento irá afetar muito os sites em Flash por levarem mais tempo para carregarem.
O que eu mais comemoro é a penetração da internet nas classes D e E que já está acontecendo fortemente. Estamos numa nova "Era de comportamento e comunicação" e não em um "Momento".
Não temos mais volta...que bom!