segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

“Boas maneiras” nas ações de e-mail marketing

A Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) elaborou esta relação de “Boas maneiras” para contribuir na estruturação de ações de e-mail marketing. Trata-se de uma série de recomendações que conduzem a uma utilização ética, pertinente e responsável do e-mail como ferramenta de marketing. Estas orientações se fundamentam no respeito aos destinatários das ações e, também, no uso adequado da internet, o que certamente contribuirá para as empresas alcançarem os resultados desejados e construírem um relacionamento sólido e de confiança mútua com clientes e prospects.
1 - Ética. Atuar dentro do Código de Ética da ABEMD, que conceitua detalhadamente as boas práticas no Marketing Direto.
2 - Opt in. O primeiro recebimento é muito importante, porque marca o início da relação. É preciso ter permissão para prosseguir o relacionamento, por meio do opt in do receptor, tanto quando ele procura como quando é procurado.
Quando é a pessoa quem procura a empresa, o campo onde é feita a opção pelo recebimento da mensagem deve estar visível e com descrição clara do produto ou serviço oferecido.
Quando é a empresa quem procura a pessoa, tratando-se do primeiro contato deve-se informar como foi possível chegar a ela, explicitar o produto ou serviço oferecido e apresentar de forma visível a alternativa opt in. Se a pessoa não responder o e-mail com essa alternativa assinalada, deve-se entender que não deseja receber novas mensagens.
3 - Opt out. Toda mensagem precisa ter opt out. É prerrogativa do receptor decidir o momento em que não quer mais receber mensagens de determinado emissário.
4 - Uso do endereço eletrônico. Quando houver cadastro prévio, deve ficar claro que o endereço eletrônico poderá ser utilizado para o envio de mensagens comerciais, ou seja, na geração de leads próprios ou, se for o caso, repassado também com a finalidade de envio de mensagens comerciais. E o receptor deve manifestar sua concordância com isso.
5 - Tamanho dos arquivos. Procure sempre limitar o tamanho dos arquivos enviados, seja no corpo das mensagens ou nos anexos. Deve-se ter sempre em mente o público da média inferior em capacitação tecnológica (software, hardware e modalidade de conexão). Sugere-se mensagens no formato txt ou html, este último com tamanho máximo de 12 KB, e que as figuras (gif’s) não estejam anexadas na mensagem, mas sim localizadas em servidor próprio.
6 - Auto-executáveis. Não devem ser enviados arquivos com auto-funcionamento. Os auto-executáveis são arquivos que os programas gerenciadores de e-mail conseguem ler e interpretar, iniciando automaticamente algum processo que não é necessariamente desejado pelo receptor. Essa modalidade de arquivo também torna o sistema vulnerável à transmissão de vírus (voluntária ou não).
7 - Relevância. O consumidor não se incomoda em receber uma mensagem de cunho comercial, desde que seja relevante para ele. Portanto, preocupe-se sempre com o conceito de relevância.
8 - Freqüência. Deve-se preferencialmente oferecer ao cliente que assinale a opção de sua preferência na freqüência de recebimento de informações ou solicitar que ele opte entre as diversas alternativas de periodicidade que lhe são oferecidas. Quando não for possível oferecer que faça a opção, deve-se deixar claro qual a freqüência de envio das mensagens.
9 - Política de relacionamento. É sempre conveniente que se tenha clareza na política de relacionamento adotada, o que pode ser feito por meio de um contrato/compromisso assumido formalmente com o consumidor.

Guia do marketing digital: Social Media

Se eu tiver apenas dois minutos por dia para me dedicar ao marketing social, o que devo fazer?
Faça uma pesquisa no search.twitter.com para saber sobre a sua empresa, marcas, executivos, indústria ou concorrentes. Você provavelmente encontrará algo criterioso, surpreendente, perturbador ou divertido.

Blogs ainda são importantes?
Os blogs são extremamente importantes como um componente de social mídia por várias razões. Primeiro, porque têm um público fiel (Quantcast, BlogSpot, WordPress e Blogger). Além disso, os blogueiros são influentes. E claro, porque o blog pode ser útil para estabelecer a comunicação direta entre comerciantes e consumidores, e também para contribuir com maiores resultados nos mecanismos de buscas.

Qual é o próximo ‘Twitter'?
Foursquare

Qual é o próximo ‘Foursquare'?
Gowalla

Qual é a primeira pergunta que eu preciso responder ao desenvolver uma estratégia de marketing social?
Quais são seus objetivos? Define tudo, por exemplo, o que você vai fazer, quais fornecedores e parceiros, com quem você trabalhará e como você pode medir.

Portanto, espere, você está dizendo que a mídia social é mensurável?
O problema é que há muitas maneiras de medi-la. Como você deve usá-lo? Você precisa construir relacionamentos, sensibilizar, melhorar percepções, responder às questões de atendimento ao cliente, aumentar o envolvimento, atrair talentos, levar as pessoas para um evento on-line ou off-line...mas qual é seu objetivo? Em seguida você pode descobrir como medi-la.

Como posso melhorar meu marketing social?
Você pode fazer compras de anúncios no Facebook e depois algumas toneladas de pessoas no Twitter. A única coisa melhor que você pode fazer estrategicamente é incluir mídia social como parte de marketing global e construção de marca, em vez de um complemento destacável.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Video sobre Redes Sociais no Brasil

Pessoal eu não conseguir postar o vídeo diretamente aqui, mas acessem o link, garanto que o conteúdo é surpreendente.

http://multimidia.imasters.uol.com.br/video/15792/redes_sociais_no_brasil/

ProXXima 2010 - Seminário Internacional sobre Marketing Digital

O mais importante evento brasileiro para o mercado de comunicação e marketing digital acontece no mês de abril, em São Paulo. Eu faço questão de participar. Se você se interessa também , leia na integra:
http://www.proxxima.com.br/eventos/proxxima/2009/noticia/Estrategias_reais_para_o_mundo_digital

SEO

O nome descreve o conteúdo de maneira bem direta: em linhas gerais, é o uso de técnicas e ferramentas destinadas a tornar os sites mais amigáveis e “encontráveis” pelos mecanismos de busca. E, consequentemente, aparecerem mais bem posicionados nas páginas de resultados. Como fundamento desse trabalho aparece o chamado “critério da relevância”, com o qual os sistemas de busca procuram valorizar os resultados mais importantes em determinado contexto da web.

Essa relevância é avaliada por complexos métodos algorítmicos. Os especialistas em otimização conhecem esses fundamentos algorítmicos dos sistemas de busca e “preparam” o site para ser mais facilmente encontrado.

O tipo de trabalho começa pela identificação das palavras e frases potencialmente mais buscadas pelos internautas. Esse princípio é cruzado com outro, de posicionamento em áreas de destaque nas páginas dos sites, como em títulos e links.

A otimização considera também o relacionamento com outros sites, pois se mais links apontam para um local, sua relevância pode ser maior, e ele provavelmente aparecerá mais bem colocado nas páginas de busca.

Cloud Computing

Cloud Computing é um modelo de ges­tão de dados e aplicações através de uma rede parruda de servidores que trabalha em conjunto, uma nuvem de servidores. Essa massa de servidores se interliga, assemelhando-se às nuvens no céu. Esse modelo dispensa que as empresas tenham estrutura local, interna, de servidores e ar­mazenamento de dados. Princípio válido também para os computadores em cima de cada mesa, dentro das empresas. Os computadores pessoais, em uma estrutu­ra desse tipo, passam a ser apenas canais de ligação entre o usuário e a nuvem. Não vai ser mais preciso, por exemplo, insta­lação de programas ou capacidade para armazenamento de dados (memória). Eles ficam reduzidos a um chip interno muito básico, que se liga ao sistema, um teclado, um mouse e uma tela. Todo o resto estará virtualmente localizado na tal nuvem.

Conforme registra a imprensa interna­cional, Clifton Ashley, diretor de tecnologia do Google para a América Latina, sustenta que “os departamentos de TI gastam hoje 80% do seu tempo com a manutenção de sistemas e não é seu objetivo de negócio manter dados e aplicativos em operação. É dinheiro jogado fora, o que é inaceitável nos dias de hoje”.

Assim, um dos benefícios dessa com­putação em nuvens é que o custo e toda a tensão diária de manutenção de TI cairão muito. O mesmo ocorrerá com os custos de data centers internos das empresas.

Para o usuário final, alguns dos bene­fícios dizem respeito à rapidez com que novos sistemas e aplicações poderão ser utilizados. Na estrutura de nuvens, eles são agilmente implantados apenas na rede virtual, e o usuário passa a ter acesso a eles no mesmo instante. Basta apenas pagar por isso, é claro. Acabam-se também os eternos problemas de memória e lentidão das máquinas. Todos os games passam a ser virtuais, armazenados nas nuvens, dis­pensando sua instalação no computador pessoal.

Isso é igualmente válido no âmbito geral das empresas, que podem também se be­neficiar de sofisticados, pesados e comple­xos sistemas de gestão de negócios, apenas contratando-os a distância e botando tudo pra rodar de forma extremamente mais simples, rápida e barata. É a virtualização de toda a rede, incluindo hard e software.

Estima-se que as cinco maiores empre­sas de busca da internet tenham, ao todo, um parque computacional de cerca de 2 milhões de servidores. Google e Yahoo, por exemplo, que obviamente fazem parte desse grupo, já operam em sistema de nu­vem. Idem a Amazon.

Tudo isso está ainda em fase de teste. As principais dúvidas de eficácia do sistema de nuvens estão em sua segurança. Muitos técnicos ainda duvidam de que uma estru­tura dessa natureza possa oferecer sigilo e segurança contra invasões nos níveis exi­gidos para as operações corporativas.

De todo modo, essa é mais uma novida­de que está, literalmente, no ar, voando por aí. Fique de olho.

Youtube

Um nome simples, mas que foi muito bem aceito pelo mercado digital, principalmente por causa do seu conceito de trabalho. O YouTube vem do inglês you (você) e tube (tubo). Para exemplificar é algo do tipo You television, que ficaria algo como "TV Você" ou ainda "Você TV". O site fundado em fevereiro de 2005 permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Os fundadores Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, eram empregados da PayPal. Anteriormente, Hurley estudou design na Indiana University of Pennsylvania, e Chen e Karim estudaram ciência da computação juntos na University of Illinois at Urbana-Champaign.

O domínio "YouTube.com" foi ativado em 15 de fevereiro de 2005 e o site foi desenvolvido alguns meses depois. Os criadores do site ofereceram uma prévia do site ao público em maio de 2005, seis meses antes do lançamento oficial. Em outubro de 2006, foi anunciado que a companhia seria comprada pelo Google por 1,65 bilhão de dólares em ações. O negócio com o Google surgiu depois que o YouTube apresentou três acordos com empresas de comunicação em uma tentativa de evitar processos sobre infração de direitos autorais. O YouTube continuou operando independentemente, com seus co-fundadores e 67 empregados trabalhando dentro da empresa. A aquisição do YouTube foi fechada em 13 de novembro, e foi na época a segunda maior aquisição do Google.

Para você entender melhor, o YouTube utiliza o formato Flash para disponibilizar conteúdo, sendo o mais popular site do gênero, com mais de 50% do mercado. Outra vantagem oferecida pelo YouTube é que o usuário pode hospedar os vídeos clipes em blogs e sites pessoais, através do mecanismo APIs desenvolvido pelo site.

O YouTube lançou a versão brasileira no dia 19 de junho de 2007, sendo que a empresa fechou uma parceria com a Rede Globo para exibir os vídeos da emissora. Segundo o principal executivo do Google no Brasil, Alexandre Hohagen, "Isso traz mais credibilidade depois de muita discussão sobre uso de conteúdo pelo YouTube no mundo inteiro".

Orkut

A rede social foi criada no dia 24 de janeiro de 2004 com o principal objetivo de ajudar seus membros a fazerem novas amizades e manter os relacionamentos existentes. O nome Orkut surgiu através do projetista chefe – Orkut Buyukkokten, um engenheiro turco que trabalhava no Google.

Inicialmente o foco de atuação da rede social era o mercado Americano, mas atualmente a maioria dos usuários é do Brasil. Aqui, o Orkut é a rede social com maior participação, atingindo cerca de 25 milhões de usuários. Outra novidade é que desde agosto de 2008 a sede do Orkut é no Brasil, sendo operado pelo Google Brasil. Anteriormente a rede social era comandada na California.

Atualmente o Orkut conta com mais de 70 milhões de usuários cadastrados, sendo que aproximadamente 60% são pessoas que tem de 18 a 25 anos. As pessoas com idade entre 26 e 30 anos têm o segundo lugar em participação, com cerca de 13%. Segundo uma pesquisa realizada pelo Orkut, 60,05% dos usuários estão participando para fazer novos amigos e encontrar os antigos; em segundo lugar estão aqueles que procuram companheiros para atividades, com 18,73%.

O Orkut está sempre modificando o seu layout para uma maior interação com seus usuários. Em agosto de 2007 a rede social passou por uma mudança na aparência. A interface do usuário passou a contar com cantos arredondados e cores mais leves, incluindo um pequeno logotipo no canto superior esquerdo. Em junho de 2008 o orkut disponibilizou os "temas", que permitem modificar a aparência. A partir de julho de 2008 a rede social passou a contar com a opção de mudar para uma versão mais leve, visando especialmente os usuários com internet discada. Para finalizar, em dezembro de 2008 dois novos temas comemorativos para as festas de Natal e Ano Novo foram disponibilizados para os usuários, incluindo pela primeira vez publicidade em tema, neste caso da operadora Oi.

Facebook

O Facebook - rede social foi lançada por Mark Zuckerberg, um ex-estudante de Harvard, no dia 4 de fevereiro de 2004. No inicio o Facebook era restrito aos estudantes do Harvard College, sendo depois expandido ao Massachusetts Institute of Technology, à Boston University, ao Boston College e a todas as escolas Ivy League dentro de dois meses. Devido ao sucesso alcançado, no dia 27 de fevereiro de 2006 o Facebook começou a aceitar os estudantes de segundo grau e algumas empresas. A partir de setembro de 2006 a rede social passou a aceitar todas as pessoas com idade superior a 13 anos.

Atualmente o site possui mais de 60 milhões de usuários ativos, sendo o maior portal de fotografias dos Estados Unidos, com mais de 60 milhões de novas fotos publicadas por semana. O site é gratuito e sua receita é proveniente de publicidade, incluindo banners e grupos patrocinados.

Segundo Chris Hughes, porta-voz do Facebook, as pessoas gastam em média 19 minutos por dia na rede social. Outra curiosidade é de um estudo realizado em 2006 pela Student Monitor, aonde mostrava que o Facebook foi o segundo nome mais “in” entre os estudantes, empatando com cerveja e sexo, perdendo na época apenas para o iPod.

União Internacional de Proteção aos Animais utiliza a rede social para estimular a adoção

A União Internacional de Proteção aos Animais (UIPA) acredita que o Facebook será um grande aliado na questão de achar donos para alguns cães. A iniciativa de criar perfis para os animais na rede social surgiu na agência Fischer+Fala!, que atende a entidade, como objetivo de estimular a adoção. Há três formas de ajudar: adotá-los, fazer uma doação a partir de R$ 20,00 ou sugeri-los como amigos para a sua rede.
Foram criados perfis para 10 cãezinhos, selecionados pela UIPA entre os que mais urgentemente precisam de adoção, por serem especiais ou não terem sido aceitos pelos outros cães. Em três dias eles já conquistaram mais de mil amigos. Os perfis são administrados por alguns publicitários da agência, que adotaram os cãezinhos virtualmente.
"Nosso maior desafio é conseguir arrecadar recursos que nos ajudem a manter os animais. Se cada pessoa que se ofende com o sofrimento dos animais se dispusesse a contribuir com R$20,00, poderíamos fazer muito mais por eles", revela Vanice Torlandi, presidente da UIPA.

fonte: Proxxima